
Horto Florestal — Foto: Wanderlei Celestino / SPTuris
Historicamente, os processos de industrialização e de urbanização impactaram negativamente os componentes básicos dos ecossistemas, a saber: água, ar e solo. Esse foi o caso da cidade de São Paulo e de sua região metropolitana, os quais vivenciaram processos extremamente rápidos e intensos de industrialização e urbanização, ancorados em um explosivo crescimento populacional. Tais processos estão na base de uma miríade de desequilíbrios estruturais, sendo que dentre tais desequilíbrios destacam-se os ambientais.
Nesse sentido, a principal meta ambiental para São Paulo em 2040 é integrar o tecido urbano com os componentes básicos dos ecossistemas, de tal forma a tornar a vida dos seus cidadãos mais aprazível, saudável e segura ao mesmo tempo em que permitir maior equilíbrio entre meio ambiente e todos impactos decorrentes das ações humanas na cidade. Isso significa controlar a poluição ambiental e respeitar a capacidade de assimilação do meio ambiente, tanto local como globalmente. Pretende-se que as ações previstas na cidade que interfiram com o ambiente ocorram sempre no sentido de buscar a sua sustentabilidade com o meio.
Coordenado pelo professor Mário Thadeu Lemes de Barros (POLI-USP) e também conta com a participação dos Professores José Goldemberg (IEE-USP), Marco Antônio Palermo (POLI-USP), Maria Cecília Loschiavo (FAU-USP), Monica Ferreira do Amaral Porto (POLI-USP) e Oswaldo Lucon (IEE-USP).
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